A reforma administrativa apresentada pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) é vista pelo Movimento Pessoas à Frente como um avanço no combate aos supersalários e privilégios no serviço público. A proposta proíbe férias acima de 30 dias, licenças-prêmio, pagamentos retroativos e indenizações sem aprovação legislativa, além de limitar honorários da advocacia pública e penduricalhos que ultrapassem o teto constitucional.
A diretora-executiva do movimento, Jessika Moreira, afirmou que o texto está “no caminho certo”, mas precisa de ajustes para aperfeiçoar regras sobre contratações temporárias, que hoje concentram distorções, especialmente na educação.
Entre os pontos positivos estão o Portal Unificado Nacional para transparência nas contratações e a proibição de temporários em cargos exclusivos de Estado. A entidade, porém, pede mais garantias para a valorização do magistério e o respeito ao Piso Nacional do Magistério.